sábado, 15 de junho de 2013

Olá, possíveis leitores!
Vou compartilhar aqui uma sequência didática de Português com um texto chamado "Avestruz". Espero que gostem!


Avestruz

Mário Prata



• Grupo 1
• Luciana de Pontes Soeiro ,Márcia Maria G Marques, Patrícia Silva Carvalho, Renata S C Guerra


Levantamento de Hipóteses


• Você já viu um avestruz?
• Você tem animal de estimação ?
• Você já ouviu a expressão “fulano tem estômago de avestruz”?
• Retomada do conceito gênero crônica



Checagem de hipóteses


•Qual a razão de o nome científico do avestruz estar em latim?
•Qual o significado da sigla TPM e demais palavras desconhecidas encontradas?



Localização e/ou cópia de informações


• Localizar características físicas e comportamentais do avestruz
• Por que o garoto desistiu de ter um avestruz?
• Que outros animais o garoto escolheu?



Recuperação do contexto


• Produção escrita: reescrever um texto em que o avestruz fosse o narrador e quisesse se mudar
para a cidade
• Nova crônica sobre animais inusitados criados como animais de estimação



Generalização


Você acha normal o pedido do menino?
• O que você acha que os pais devem fazer nesse caso?
• Imposição de limites




Recursos para ampliar a perspectiva de
compreensão


•Intertextualidade: leitura do livro Cândido
Urbano Urubu, Carlos Eduardo Novaes
•www.vagalume.com.br Avestruz , Dé Di Paula & Zé Henrique‎


quinta-feira, 6 de junho de 2013

A vida das palavras


Cresci em uma casa com muitos livros, apesar de não ter nascido em uma família de grandes leitores. Sou filha caçula e temporã e isso significa duas coisas, herdei coleções inteiras de contos de fadas dos meus irmãos e fui muito sozinha. Disso resultou uma leitora voraz, fluente e precoce para a idade. Sempre gostei muito de escrever e, na 3ª série tive uma redação “premiada”, isto é, ela foi enviada para a Diretoria de Ensino. Meu prêmio foi o reconhecimento da professora a quem eu adorava e o orgulho que senti. Depois disso, minha escrita em diários íntimos foi um hábito cotidiano por muito tempo e agora, depois de adulta, ainda continuo escrevendo, sobretudo as primeiras experiências do meu bebê. Escrever, para mim, é uma experiência muito emocional.